Pão artesanal, a receita vencedora

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Pão acabadinho de sair do forno cá de casa.

Ingredientes

Farinha de trigo biológica Tipo 80 (massa mãe)

Farinha de centeio biológica Tipo 150 (massa mãe)

Farinha Tipo 55, marca Dia – 500 gr

Farinha Tipo 65, marca Espiga – 500 gr

Fermento fresco prensado – 20 gr

Sal – 20 gr

Equipamento

Tina de alumínio

Balança digital

Celofane

Esta receita é a de uma fornada caseira, de há uns dias atrás, que me deixou eufórico. O pão ficou ligeiramente ácido, com uma côdea crocante e cheia de sabor, e o miolo untuoso e alveolado.

Tenha no entanto em atenção que, embora os ingredientes sejam quase sempre os mesmos (farinha, água, sal, fermento), as possibilidades de desastre são imensas. A padaria tem em si muitas ciências, muitos detalhes, da temperatura ambiente à farinha ou mesmo à água usada, pelo que há uma aprendizagem que implica tentativa e erro.

Eu estou no início e erro muito, para além de que, frequentemente, não sei onde errei, que é o pior.

Dito isto, se tiver paciência para seguir rigorosamente o que aqui se descreve, é bem possível que fique pateticamente feliz com o resultado. Continuar a ler

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Um Pão não é um Pão

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A côdea crocante, o miolo com alvéolos, untuoso e elástico. Sem corantes nem melhorantes.

No passado mês de Março fiz um curso de panificação. Um curso a sério. Quase 100 horas de aulas na escola que mais padeiros e pasteleiros forma em Portugal.

Quando me inscrevi, não sabia bem em que é que essa formação me podia ser útil. Mas sabia que ia comer muito pão. Do bom.

O professor foi Mário Rolando, um orador carismático e um grande padeiro que não tem pão à venda. Para se provar o pão dele, era preciso fazer um dos seus cursos e eu queria muito provar o pão dele. Soube, entretanto, que na forja está uma padaria em colaboração com Vítor Sobral, mas na altura este parecia o único meio possível de alcançar o objectivo.

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